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“Não quero mudar as diferenças entre os indivíduos. Sinceramente desejo que os indivíduos sejam diferentes. O que me incomoda é que sendo a diversidade da humanidade seu maior sinal de riqueza, e que nos enriquecemos precisamente a
partir dessas diferenças, tenham sido consideradas essas mesmas diferenças como uma desvantagem para o indivíduo e como a fonte principal de desigualdade entre as pessoas.”

REUVEN FEUERSTEIN


 Instrução 011/2011 - SUED/SEED

 

Importante: Onde se lia Séries a partir de 2012 lê-se Anos
REUNIÃO DOS PAIS SALA DE RECURSOS
Os Docentes da Sala de Recursos realizam no início  do ano letivo, reunião com os pais dos alunos matriculados neste programa, com o objetivo de esclarecer os combinados entre aluno e professor, pois os acordos feitos no ambiente escolar servem para criar hábitos e atitudes, colaborando na formação de indivíduos mais responsáveis.
Esclarecimento de dúvidas sobre o trabalho pedagógico especializado conscientizou sobre a importância da assiduidade, da responsabilidade atribuída aos pais de manter um diálogo constante com a equipe escolar e compartilhar interesses tendo em vista o benefício do aluno.
Para que  fiquem cientes e assinem um termo de compromisso, na qual  são orientados sob  do andamento do ano letivo neste serviço de Apoio especializado, que é oferecido aos alunos com indicativos de Deficiência Intelectual e Transtornos Funcionais Específicos, de forma a desenvolver os processos cognitivos, motor, sócio afetivo emocional, necessária para apropriação e produção de conhecimento. 





A modalidade de Educação Especial é responsável pela escolaridade de crianças, jovens e adultos que apresentam necessidades educacionais decorrentes de: Deficiência Intelectual Visual, Física Neuromotora, Surdez, Altas Habilidades/Superdotação e Transtornos Globais do desenvolvimento.
Desde 2003, a SEED atende alunos que apresentam e que não apresentam necessidades especiais, mas, manifestam necessidades especial de aprendizagem.
O aluno pode ser atendido em dois contextos escolares distintos: Ensino Regular  Sala de Recurso; Centro de Atendimento Especializado; Instrutor Surdo; Tradutor e Intérprete de Libras; Professor de Apoio permanente em sala de aula.
Escala Especial para alunos com comprometimento significativo nas áreas Deficiência Intelectual (DI), Transtornos Funcionais Específicos (TFE), Transtornos Globais do Desenvolvimento. O Colégio Estadual Eron Domingues atende atualmente no Ensino Regular: Sala de Apoio, Sala de Recurso, Professor Permanente e Centro de Atendimento Especializado. 

Sala de Recursos

A Sala de Recursos é um serviço especializado de natureza pedagógica, que apóia e complementa o atendimento educacional realizado nas classes de ensino regular do Ensino Fundamental, mediante a necessidade do cumprimento da legislação educacional.
Esse atendimento encontra ampara legal na Constituição Federal de 1988; na LDBEN nº 9.394/96; na Lei nº 10.172/01 que aprova o PNE; na Lei nº 7.853/89, regulamentada pelo Decreto nº 3.298/99, que dispõe sobre as pessoas com deficiência, sua integração social, assegurando pleno exercício de seus direitos individuais e sociais: na Lei nº 8.069/90 que estabelece as normas e critérios básicos para a promoção da acessibilidade. Essas exigências impõem a educação especial, entendida como modalidade da Educação Básica, e é definida pelaResolução n° 02/2001 do CNEResolução nº 02/2001-1 do CNE.
Mediante o previsto em Lei, a necessidade de implantação de uma sala de atendimento especializado, a reivindicação dos docentes do Colégio e oportunizado através de projetos do Governo do Estado do Paraná junto à Secretaria de Educação do Estado e Núcleo Regional de Educação de Toledo, sendo desenvolvido no Colégio Estadual Eron Domingues na Sala de Recursos, a qual foi implantada em 2005.
O atendimento ocorre no período matutino e vespertino, em espaço físico adequado, por professoras especializadas na área, onde o atendimento pedagógico se dá individualmente ou em pequenos grupos, com cronograma de atendimento, com vistas ao progresso global dos alunos que apresentam dificuldades no processo de aprendizagem, com utilização de programações específicas, currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização específicos, para atender às suas necessidades.
Nesse sentido, um atendimento, que favoreça a adoção de novas metodologias, voltadas para a aprendizagem de habilidades, valores, conceitos que promovam o rendimento escolar, capaz de absorver as diferenças e promover o desenvolvimento pessoal-escolar aos alunos que forem encaminhados com qualquer dificuldade de aprendizagem, num termo genérico, englobando todo o resultado advindo de causa externa ou interna do aluno de acordo com os princípios do Projeto Político Pedagógico da escola.
Está voltada para aprendizagem de habilidades, valores, conceitos que promovam o rendimento escolar de forma integrada, num enfoque interdisciplinar em que interpretar, calcular, localizar-se no tempo e no espaço, produção e pensamento
serão ações cotidianas.
Como filosofia de trabalho no processo de construção e reconstrução do conhecimento, a interdisciplinaridade será um meio de promover a aprendizagem com significado.

1 - Dificuldades de Aprendizagem

1 - O processo de avaliação no contexto escolar, para a identificação de alunos com indicativos de Deficiência Mental/Intelectual, deverá enfocar aspectos pedagógicos relativos à aquisição da língua oral e escrita, interpretação, produção de textos, cálculos, sistema de numeração, medidas, entre outros, e das demais áreas do desenvolvimento considerando habilidades adptativas, práticas sociais e conceituais, acrescidas do parecer psicológico.
2 - O processo de avaliação no contexto escolar, para a identificação de alunos com indicativos de Transtornos Funcionais Específicos (Distúrbios de Aprendizagem – dislexia, disortografia, disgrafia e discalculia), deverá enfocar aspectos pedagógicos relativos à aquisição da língua oral e escrita, interpretação, produção, cálculos, sistema de numeração, medidas, entre outras, acrescidas de parecer psicológico e complementada com parecer fonoaudiológico e/ou de especialista em psicopedagogia e/ou de outros que se fizerem necessários.
3 - O processo de avaliação no contexto escolar, para a identificação de alunos com indicativos de Transtornos Funcionais Específicos (transtornos de atenção e hiperatividade), deverá enfocar aspectos de cálculos, sistema de numeração, medidas, entre outros, acrescidos de parecer psiquiátrico e/ou neurológico e complementada com parecer psicológico.
4 - Os resultados pertinentes à avaliação realizada no contexto escolar, deverão ser registrados em relatórios, com indicação dos procedimentos de intervenção para o plano de trabalho individualizado e/ou coletivo, bem como demais encaminhamentos que se fizerem necessários, devidamente datado e assinado por todos os profissionais que participam do processo.
5 -Todo o trabalho realizado durante a avaliação no contexto escolar, descrito no Relatório, deverá ser sintetizado em ficha “Síntese – Avaliação Pedagógica no Contexto Escolar e Complementar”, devidamente datada e assinada por todos os profissionais que participaram do processo.
6 - Quando o aluno da Sala de Recursos frequentar a classe comum em outro estabelecimento, deverá apresentar declaração de matrícula e relatório de avaliação realizado no contexto escolar por equipe multiprofissional, conforme itens 4.3 e/ou 4.4 e/ou 4.5.
7 - O aluno egresso de Escola de Educação Especial, Classe Especial e Sala de Recursos de séries iniciais deverá apresentar o último Relatório Semestral da Avaliação, indicando a continuidade de Atendimento de Apoio Especializado e cópia do Relatório de Avaliação realizada no contexto escolar por equipe multiprofissional, conforme itens 4.3 e/ou 4.4 e/ou 4.5.

2 - Aspectos Pedagógicos

O trabalho pedagógico especializado na Sala de Recursos deve constituir um conjunto de procedimentos específicos de forma a desenvolver o processo cognitivo, motor e sócio-afetivo, necessários para apropriação e produção de conhecimentos.

3 - Marco Procedimental

Professores em sala de aula ao perceberem o aluno com dificuldades de aprendizagem, encaminham ao professor da sala de recursos.
Este por sua vez, realiza uma avaliação pedagógica, a qual consta: avaliação no contexto escolar, anamnese, informação social, consciência fonológica, observação em sala de aula e em diferentes ambientes, material escolar do aluno, raciocínio matemático, interpretação, oralidade, escrita, provas piagetianas e outras.
Após esta avaliação, realiza-se um relatório sobre todos os dados referentes ao aluno avaliado e também os procedimentos a serem realizados.
Para que o aluno freqüente o programa oferecido, o mesmo deverá realizar avaliações com profissionais da área da psicologia e/ou neurologia, para que fique comprovada sua dificuldade específica.
Realiza-se uma devolutiva à família e aos professores, sobre os procedimentos que deverão nortear a vida escolar deste aluno.
O atendimento na sala de recursos, deverá estar vinculado ao Projeto Político Pedagógico proposto pela escola, porém com grupos afins.
Serão usados os procedimentos apropriados e diferenciados como hora do jogo, leituras compartilhadas, jogos no computador, atividades específicas para cada habilidade a ser desenvolvida, atenção, memória, inferência, compreensão, interpretação, percepção, dentre outros, enfocando também a individualidade.
Desta forma, os alunos não serão distribuídos por série para a sala de recursos, porém integrando-os com grupos afins e conteúdos de interesse para elaboração de ações destinadas a discutir temas atuais, que levem em consideração diferentes áreas do conhecimento, desta forma que se possa trabalhar o aluno em suas dificuldades, objetivando qualidade e comprometimento educacional.

4 - Avaliação

A avaliação fará parte do processo de ensino aprendizagem. Será contínua, centrada no aluno através de planejamento identificando as dificuldades individuais. Será efetuada durante o processo para ajustes necessários que ofereçam elementos para indicarem o percurso a ser seguido.
Portanto, a avaliação será diagnóstica, processual e somativa. Se relaciona ao desempenho dos alunos, como aquisição de conceitos, domínio de procedimentos e desenvolvimento de atitudes.
A avaliação não será por notas, será por análise de erro no processo mediante a observação e o diálogo, para avaliar e reavaliar os procedimentos e redimensionar caminhos para o acerto.
O professor da sala de recursos, participará dos conselhos de classe da turma em que o aluno está inserido, anotando as dificuldades encontradas. Sua promoção será de acordo com seu rendimento na aprendizagem.

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MOSTRA DE TRABALHO SALA DE RECURSOS
A Mostra de Trabalhos realizada pela Sala de Recursos, teve como objetivo apresentar a toda a comunidade escolar o seu acervo de jogos e instrumentos de trabalho, pois a mesma, é um espaço de investigação e compreensão dos processos cognitivos, sociais e emocionais, visando a superação das dificuldades de aprendizagem e o desenvolvimento de diferentes possibilidades dos sujeitos.

Sabendo que os jogos quando convenientemente preparados são recursos pedagógicos de extrema eficacia para a construção do conhecimento. 

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A Sala de Recursos é um serviço especializado de natureza pedagógica, que apóia e complementa o Atendimento Educacional realizado em classes comuns do Ensino Fundamental de 5ª a 8ª séries. O Colégio também atende a Portadores de Necessidades Especiais Visuais.

Instrução nº 05/04, da Secretaria do Estado da Educação.

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 DEFINIÇÃO
   A sala de recursos é um serviço especializado de natureza pedagógica, que apóia e complementa o atendimento educacional realizado em classes comuns do Ensino Fundamental de 5ª a 8ª Série (Instrução nº 05/04, da Secretaria do Estado da Educação).
O objetivo é viabilizar com a participação de alunos que necessitam um apoio escolar, uma proposta educacional diferenciada, oferecendo um ambiente que facilite o acompanhamento com os demais em sala de aula adequando-o ao currículo normal.
O Educando encaminhado, deve receber um atendimento educacional especializado, integrando-o à sua turma, a família, a comunidade, assegurando condições básicas acessibilidade em seu grupo idade/série.
A sala de recursos deve proporcionar situações de aprendizagem através de vivências grupais e individuais, com recursos diversos e valores que tornem os alunos integráveis, sociáveis, capazes de convivência em sala de aula.
Neste sentido, um atendimento, que favoreça a adoção de novas metodologias, voltadas para a aprendizagem de habilidades, valores, conceitos que promovam o rendimento escolar, capaz de absorver as diferenças e promover o desenvolvimento pessoal-escolar aos alunos que forem encaminhados com qualquer dificuldade de aprendizagem, num termo genérico, englobando todo o resultado advindo de causa externa ou interna do aluno de acordo com os princípios do Projeto Político Pedagógico da escola.
Deve ficar claro, a sala de recursos não se trata de uma aula de recuperação e nem uma aula particular.
Está voltada para aprendizagem de habilidades, valores, conceitos que promovam o rendimento escolar de forma integrada, num enfoque interdisciplinar em que interpretar, calcular, localizar-se no tempo e no espaço, produção e pensamento serão ações cotidianas.
Como filosofia de trabalho no processo de construção e reconstrução do conhecimento, a interdisciplinaridade será um meio para promover a aprendizagem com significado.
O problema hoje não é mais o que queremos... mas como agimos para agruparmos pessoas, idéias... a criação de serviços especializados (art. 58 da LDB - procurar na LDB ).

MARCO PROCEDIMENTAL

 Como serão encaminhados os alunos para a sala de recursos?
Professores em sala de aula ao perceberem o aluno com dificuldade de aprendizagem, ou outros problemas, preenchem formulário próprio e encaminham ao professor da sala de recursos.
O professor da sala de recursos avalia o aluno e faz o Planejamento Individual constando:
Nome do aluno, série. Disciplinas e o nome dos respectivos professores.

    Nas um relatório das dificuldades percebidas e necessidades de intervenção.
No Plano diário de cada aluno, devem constar os objetivos planejados para aquele atendimento, o material que será utilizado e a estratégia de intervenção.
Será um atendimento grupal articulado com o cognitivo afetivo social vinculado ao projeto político pedagógico proposto pela escola, porém com grupos afins.
Serão usados os procedimentos mais apropriados e mais diferenciados como hora do jogo, leituras compartilhadas, atividades específicas para cada habilidade a ser desenvolvida, atenção, memória, inferência, compreensão, interpretação, percepção, dentre outros, enfocando também a individualidade.


METODOLOGIA

Através de Projetos de Trabalho.

“O que me interessou então, foi comprovar que era possível organizar um currículo escolar não por disciplinas acadêmicas, mas por temas e problemas nos quais os estudantes se sentissem envolvidos, aprendessem a pesquisar (no sentido de propor uma pergunta problemática, procurar fontes de informação que oferecessem possíveis respostas) para depois aprender a selecioná-las ordena-las, interpretá-las e tornar públicas o processo seguido” (Fernando Hernandez, 1998, p. 19).

 

    Desta forma, os alunos não serão distribuídos por série para a sala de recursos, porém integrando-os com grupos afins e conteúdos de interesse para elaboração de ações destinadas a discutir temas atuais, que levem em consideração diferentes áreas do conhecimento, desta forma que se possa trabalhar o aluno em suas dificuldades, objetivando qualidade e comprometimento educacional.
Para propor uma pergunta problemática a ação pedagógica estará voltada pedagogia da situação-problema.
“A situação-problema, simplesmente, põe o sujeito em ação. Coloca-o em interação ativa entre a realidade e seus projetos, interação que desestabiliza e reestabiliza, graças às variações introduzidas pelo educador, suas representações sucessivas e é nessa interação que se constrói, muitas vezes irracionalmente, a racionalidade”. (Philippe Meirieu, 1998, p. 63).
Os conteúdos serão integrados conforme necessidade individual e ou de grupo.

Língua Portuguesa

Nesta área, objetiva-se a produção e interpretação de textos orais e escritos.
Conteúdos
Oralidade:
Sequência lógica das idéias
Objetividade
►Consistência argumentativa
Articulação
Escrita:
Idéia de representação
Escrita enquanto sistema de representação
Relação oralidade/escrita
►Conjunto de símbolos próprios da escrita-alfabeto
Produção de textos escritos
Relação grafema (letra) e fonema (som)
Leitura:
Apresentação das idéias do texto
Fluência, ritmo, entonação



Matemática:
Nesta área, objetiva-se organizar e sistematiza os conteúdos básicos para a decodificação e elucidação dos problemas quanto às relações lógicas entre os objetos e fazer com que o aluno, através de situações problemas, possa perceber e poder utilizá-la como instrumento no seu cotidiano e como base para o estudo de matemática subseqüente.

Conteúdos:
► Números Naturais, Sistema de Numeração Decimal
► Números racionais
► Operações com Números Naturais e Racionais
► Adição e subtração com significados
► Multiplicação e divisão com significados
►Repertório básico para o desenvolvimento de cálculo
►Ampliação dos procedimentos de cálculos
► Cálculo mental - aproximações e estimativas
►Cálculo escrito
► Espaço e Forma
►Grandezas e Medidas

    A Geografia será abordada, como uma forma de entender o mundo tendo  como conteúdo o espaço vivido, o espaço percebido e o espaço concebido.
A História, como espaço de reflexão sobre as relações pessoais com os grupos de convívio, a afetividade e a participação no coletivo, tendo como conteúdo o trabalho, poder e cultura. Propõe que reflita-se sobre o conhecimento, possibilitando a sua reelaboração. 
Ciências como um todo dinâmico e o ser humano como integrante e agente transformador. Entender a saúde como bem individual e coletivo, a tecnologia como meio para suprir as necessidades humanas e o equilíbrio entre o ser humano.
    Educação Física através de atividades que permitam a expressão e criação.
A Arte como ser humano criador.

AVALIAÇÃO
A avaliação fará parte do processo de ensino aprendizagem. Será contínua, centrada no aluno através de planejamento identificando as dificuldades individuais.
A avaliação será efetuada durante o processo para ajustes necessários que ofereçam elementos para indicarem o percurso a ser seguido. Para isto serão elaborados portfólios individuais para que cada aluno possa perceber a sua evolução e portfólios de aprendizagem, em que o professor fará as suas anotações de observação e replanejamento.
Os pais também serão envolvidos neste processo.


“O portIfólio é definido como uma coleção de itens que revelam conforme o tempo passa os diferentes aspectos do crescimento e do desenvolvimento de cada criança” (Schores, 2001, p. 43).


Portanto, a avaliação será diagnóstica, processual e somativa. Se relaciona ao desempenho dos alunos, como aquisição de conceitos, domínio de procedimentos e desenvolvimento de atitudes.
A avaliação não será por notas, será por análise de erro no processo mediante a observação e o diálogo, para avaliar e reavaliar os procedimentos e redimensionar caminhos para o acerto.
O professor da sala de recursos participará dos conselhos de classe da turma em que o aluno está inserido, anotando todas as dificuldades encontradas. Sua promoção será de acordo com seu rendimento na aprendizagem.

 BIBLIOGRAFIA

 Cadernos da SEED.
FONSECA, Vitor da. Aprender a Aprender. Educabilidade cognitiva. Artmed, 1998.
HERNANDEZ, Fernando. Transgressão e mudança na educação. Os projetos de trabalho. Artmed, 1998.
MEIRIEU, Philippe. Aprender sim, mas como? Artmed, 1998.
SCHOVIS, Elizabeth e GRACE, Chy. Manual de Portfólio. Um guia passo a passo para o professor. Artmed, 2001.
Parâmetros Curriculares Nacionais – Ensino Fundamental.

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