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"Não são as espécies mais fortes que sobrevivem, nem as mais inteligentes, mas aquelas que melhor reagem à MUDANÇAS." 
(Charles Darwin) 


 

►REFORMA ORTOGRÁFICA

NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS (Normas simplificadas adaptadas da ABNT)
 
UMA BRINCADEIRA PEDAGÓGICA PARA APRENDERMOS MAIS A NOVA ORTOGRAFIA DA LÍNGUA PORTUGUESA

► NOVO INFOGRÁFICO DA REFORMA ORTOGRÁFICA

 


Reforma Ortográfica
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NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS (Normas simplificadas adaptadas da ABNT) 

• O trabalho deverá ser manuscrito, apenas a capa pode ser feita no computador. 

I – Capa

• A capa deverá ser feita com papel sulfite ou cartolina branca, cortada do tamanho do papel almaço.
• Título dever ser destacado: sublinhado ou escrito em letra de imprensa maiúscula.
• Não se deve colar ou desenhar gravuras na capa.
• A capa deve ser informativa e objetiva. 
• Grampear a capa no restante do trabalho, não usar fitas ou clips.

II – Introdução 

• É a apresentação do tema a ser desenvolvido, destacando suas subdivisões e importância.
• Em todo trabalho é importante observar as medidas das margens superior, inferior e laterais. 

III – Desenvolvimento 

• É a pesquisa em si. 
• Nunca se escreve como título a palavra "desenvolvimento". 

Lembretes:
• A pesquisa não é simples cópia de livros.
• Ler todos os textos que tratam do assunto, relacionando os melhores.
• Ler novamente, tomando nota das idéias principais e outras que você ache interessantes.
• Verificar se as anotações e textos estão de acordo com o assunto da pesquisa.
• Procurar sempre o sentido de palavras desconhecidas no dicionário, para poder entender todo o contexto.
• Faça sempre um rascunho, para depois passá-lo a limpo. Nunca faça seu trabalho direto na folha que irá entregar ao professor. O trabalho de pesquisa não deve conter rasuras
• Use sempre a mesma caneta do começo ao fim do trabalho (preta ou azul) e faça letra legível e caprichada.
• Preocupe-se mais com a qualidade do trabalho do que com a quantidade.
• Considere a pesquisa como uma oportunidade de ampliar seus conhecimentos e não como uma obrigação. 

IV – Conclusão

• Não é resumo.
• Não é uma ideia nova.
• Não é uma repetição da introdução.
• Trata-se de uma comentário sobre o trabalho, incluindo opinião e pareceres pessoais
• As medidas da folha são as mesmas da introdução. 

V – Bibliografia

• A bibliografia é a parte final da pesquisa e é obrigatória.
• Deve ser feita em folha separada, jamais na mesma da conclusão. A bibliografia obedece as mesmas medidas da introdução.
• A sequência é a seguinte:
Escreve-se todo o sobrenome do autor com letra maiúscula, seguido do nome com a primeira letra maiúscula. O título somente inicia com letra maiúscula e deve ser sublinhado ou destacado, coloca-se o número de edição do livro, o local de publicação, a editora, o ano da publicação, páginas.

Ex. BRANDÃO, Junito de Souza. Mitologia grega , 5ª edição, Petrópolis: Vozes, 1992. 300 pp.
Deve seguir ordem alfabética (pelo sobrenome) nos casos de mais de um livro.
A Segunda linha se inicia na terceira letra da primeira linha
A abreviatura da página pode ser: no singular pág. ou p. e no plural págs. ou pp. 

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NOVO INFOGRÁFICO DA REFORMA ORTOGRÁFICA



Novo Infográfico  da Reforma Ortográfica - Língua Portuguesa 
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Confira as regras do novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa

Pelo novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa essas são as novas formas de se escrever. O documento unifica o idioma em todos os países que o adota e começou a valer quinta-feira (1º) no Brasil. Até dezembro de 2012, a forma atual também é aceita. O resumo tem como colaboradora a professora Stella Bortoni, linguista da Universidade de Brasília (UnB).

Política
A intenção do acordo é unificar o registro escrito nos oito países de língua portuguesa: Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Timor Leste, Brasil e Portugal. Mais de 200 milhões de pessoas falam português em todo o mundo. Segundo o professor titular de Língua Portuguesa da UFPR, Carlos Alberto Faraco, membro da Comissão para Definição da Política de Ensino-Aprendizagem, Pesquisa e Promoção da Língua Portuguesa (Colip), o acordo tem uma importância fundamentalmente política. “Nunca se alcançou antes a unificação ortográfica porque o Brasil nunca cumpriu os acordos que assinou anteriormente (1931 e 1945). A partir de um determinado momento, Portugal passou a fazer uso político das diferenças para embaraçar a presença cultural brasileira nos demais países de língua portuguesa oficial e a difusão internacional do português brasileiro”, explica. 

Anexo da Nova Ortografia



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