11/09/2013 - MEDIDA DO GOVERNO DO ESTADO PODE DEIXAR PROFESSORES SEM FOLHA COMPLEMENTAR NO PR

Data 11/9/2013 8:30:00 | Assunto: Assunto

Atenção!!!

Por questões de contingencionamento, a promessa feita pelo governo do estado, na manifestação do último dia 30, sobre o pagamento de uma folha complementar até o décimo dia útil do mês de setembro, que será dia 13, para o profissionais da Educação pode não sair. Esta folha estaria com a implantação dos 0,6% do Piso dos Professores (as), as promoções e o avanço de 3,89% para os(as) funcionários(as) de escolas. Leia mais...


Por questões de contingencionamento, a promessa feita pelo governo do estado, na manifestação do último dia 30, sobre o pagamento de uma folha complementar até o décimo dia útil do mês de setembro, que será dia 13, para o profissionais da Educação pode não sair. Esta folha estaria com a implantação dos 0,6% do Piso dos Professores (as), as promoções e o avanço de 3,89% para os(as) funcionários(as) de escolas.

O compromisso feito pelo secretário de Educação, Flávio Arns, estabeleceu, também, o pagamento na folha normal do mês de setembro dos valores atrasados relativos a implementação do 0,6% do Piso para o magistério (três meses), todas as promoções devidas aos professores, entre elas o PDE, e as progressões de agosto devida aos funcionários de escola. Além disso, foi anunciado pelo governo a aplicação, em outubro, de 3,94% referentes a última parcela da equiparação salarial dos professores e professoras.

O compromisso do governo foi enviado para toda a imprensa do estado no final do dia 30 de agosto. Na noite anterior a mobilização, o governador publicou no site do estado o compromisso pessoal com o pagamento das promoções e progressões. O título da matéria é enfático: “Richa garante reajustes salariais, promoções e progressões de professores”.

A questão é que uma resolução do Conselho de Gestão Administrativa e Fiscal do Estado suspendeu todos os pagamentos de promoções e progressões, além de outros benefícios do funcionalismo estadual, a fim de se adequar aos limites da Lei de Responsabilidade Fiscal. A informação foi divulgada por diversos jornais, no último final de semana.

A APP/Sindicato postou nota em seu site em que menciona que a diretoria da entidade está tomando todas as medidas políticas para confirmar se a medida atingirá, ou não, o compromisso firmado pelo governador com os(as) educadores(as). "Até o momento, não há nenhuma informação oficial do cancelamento da folha complementar anunciada pelo governo", diz a nota.

Caso o pagamento não ocorra, a direção da APP já havia anunciado, no próprio dia 30 de agosto, que convocaria uma assembleia estadual da categoria para definir as ações de luta. Já há, inclusive, indicativos de recepção permanente ao governador em todas as regiões do estado e acampamento em frente ao Palácio Iguaçu.

Segundo a APP, a assembleia estadual definirá a radicalização do movimento.



Fonte: NOTA 10



Está notícia foi publicada no "61 ANOS - UMA HISTÓRIA DE SUCESSO" CE ERON DOMINGUES EFMN
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