PLANO DE AÇÃO DO CANDIDATO A DIREÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA DO ESTADO DO PARANÁ

 

Secretaria de Estado da Educação

Colégio Estadual Eron Domingues

Município de Marechal Cândido Rondon

Núcleo Regional de Toledo

 

GESTÃO 2009/2011

Diretor: SANDRO IONEI AUGSTEN

“O cuidado somente surge quando a existência de alguém tem importância para mim. Passo então a dedicar-me a ele. Disponho-me a participar de seu destino, de suas buscas, de seu sofrimento e de seus sucessos, enfim de sua vida. Cuidado significa desvelo, solicitude, diligência, zelo, atenção, bom trato. Como dizíamos, estamos diante de uma atitude fundamental, de um modo de ser mediante o qual a pessoa sai de si e centra-se no outro com desvelo e solicitude.”

 

BOFF, L. Saber cuidar:ética do humano – compaixão pela Terra. Petrópolis, RJ: Vozes, 1999, p. 91.

 

CONSTRUINDO O PLANO DE AÇÃO DA ESCOLA:

GESTÃO 2009-2011

1 – Compreendendo os fundamentos do planejamento do plano de ação:

Conhecimentos da realidade social global e do contexto da escola;

● Identificação da experiência acumulada da escola, analisando criticamente todo o processo de organização do trabalho escolar;

● Opção teórica: qual concepção de sociedade, homens, educação cultura, conhecimento, cidadania, competência, ético-político, democracia, ensino, aprendizagem, etc. – orientam a construção do plano;

● Análise sobre a distância entre o ponto de partida (realidade) e o ponto de chegada (realidade a ser conquistada);

● Compromisso ético-político com os alunos da escola pública, que tem nesta instituição uma das únicas possibilidades de acesso e apropriação do conhecimento;

● Entendimento de que a formação continuada de todos os segmentos da comunidade escolar constitui um pressuposto para efetivar as transformações necessárias para a construção coletiva de uma educação emancipatória;

● Redimensionamento dos mecanismos de gestão democrática, fortalecendo as instâncias colegiadas, como espaços de tomada de decisão coletiva.

            A facilidade de estabelecer contato com diferentes realidades culturais em nossos dias transformou o planeta. Essa nova realidade permite amplas possibilidades: conhecer novos lugares, diferentes padrões de consumo, novas demandas, novos conceitos de desenvolvimento. Como conseqüência, surgem oportunidades e desafios para a comunidade: valorizar e transmitir a cultura do meio social em que existe, construindo sua própria identidade e, ao mesmo tempo, lidar com o que é novo, em um autêntico processo de transformação cultural. Para desenvolvermos essa tarefa a primeira atitude é adotar uma postura de pensar e preservar a cultura local, sem esquecer que é preciso acompanhar os acontecimentos, conectando-se ao mundo global. O que é local pode e deve apresentar ganhos de qualidade, transformando-se em novas fontes de atividades produtivas para a comunidade: ambiente preservado, estímulo a produções regionais, fontes de pesquisa e produção de conhecimento, resgate histórico social, entre outras. O papel da escola nesse contexto é de possibilitar ao jovem uma leitura do mundo, levando-o a reconhecer o que é pertencente ao seu ambiente cultural e o que é externo. A partir disso, torna-se possível o processo de identidade coletiva, base para a perpetuação cultural, o que não significa evidentemente uma estagnação, mas sim um processo de transformação consciente do ambiente cultural, inclusive capaz de respeitar e conviver com diferenças.

            De acordo com Toffler, em seu artigo no Jornal Folha de São Paulo, de 08/03/1998, ... uma educação que prepara as crianças para o século 21 deve combinar cinco elementos: Primeiro a informática, que deve ser implantada em escolas claramente comprometida com uma reestruturação de base em seus currículos, na administração e nos métodos pedagógicos. Segundo, a mídia. Os meios de comunicação não podem ser ignorados pelos educadores, nem a presença da mídia se restringir à presença de televisores nas salas de aula. Terceiro, os pais. A crise na educação não encontrará solução sem que os pais sejam atraídos para o processo educacional, não em visitas ocasionais às escolas, mas como professores particulares. Quarto, a comunidade. Trata-se de tirar os estudantes das salas de aula e levá-los a lugares onde se trabalha de verdade. De oferecer modelos funcionais no mundo adulto. De ensinar habilidades administrativas básicas. A educação tem que sair mais e mais da escola. Quinto e último: professores. Em vez de disparar lições-padrão, os professores devem ser libertados da escola-fábrica e solicitados a contribuir no reprojeto do processo educacional como um todo, do começo ao fim.

            Nesse sentido, a capacitação de todos os segmentos envolvidos no processo torna-se essencial. A participação exige aprendizado. Tanto a comunidade externa quanto a  comunidade interna apresentam limites à participação. Para o efetivo exercício da gestão democrática da escola é necessário capacitar todos os seus segmentos, principalmente pais e alunos, respondendo às exigências dessa prática.

 

2 – Compreendendo os eixos organizadores do trabalho pedagógico escolar: P.P.P.

1 – GESTÃO DEMOCRÁTICA: análise crítica da função das instâncias colegiadas:

É necessário que a gestão democrática seja vivenciada no dia-a-dia das escolas, seja incorporada ao cotidiano  e se torne tão essencial à vida escolar quanto é a presença de professores e alunos. Para isso, há que se criar as condições concretas para o seu exercício. Condições essas que implicam, entre outras providências, em : construção cotidiana e permanente de sujeitos sócios-políticos capazes de atuar de acordo com as necessidades desse novo quê fazer pedagógico político, redefinição de tempos e espaços escolares que sejam adequados à participação, condições legais de encaminhar e colocar em prática propostas inovadoras, respeito aos direitos elementares dos profissionais da área de ensino (plano de carreira, política salarial, capacitação profissional). É necessário, ainda, que conheçamos as experiências já vividas, tomemos conhecimento de seus limites e avanços e, num processo contínuo de prática e reflexão, superemos suas falhas aperfeiçoando seus aspectos positivos e criando novas propostas para os problemas que persistem.

As experiências já vivenciadas em relação à democratização da gestão escolar apontam alguns pressupostos e alguns parâmetros que, se considerados, tendem a garantir maior sucesso na conquista daquela democratização e, consequentemente, da escola de melhor qualidade.

Se desejarmos que a população se incorpore à vida social, com presença ativa e decisória, não podemos conceber a definição da política educacional e a gestão escolar com caráter centralizador autoritário. O processo de consulta e intervenção por parte dos usuários junto aos órgãos governamentais deve ser prática constante. Nesse sentido, seminários, assembléias, debates, encontros, devem ser promovidos para esclarecer a população e contar com a sua participação, seja na definição das políticas educacionais, seja nas vivências delas na prática cotidiana.

Para que se garanta a transparência e respeito aos principio éticos nas ações relacionadas à gestão democrática, escolha dos dirigentes escolares, implantação dos Conselhos de Escola e gestão da instituição educativa todos os cuidados devem ser tomados pela comunidade escolar e pelas instituições e pessoas envolvidas nesse processo: garantir a todos as informações, fixar, democraticamente, as normas e mecanismos de fiscalização, etc.

Assim, os representantes da Comunidade Escolar deverão estar atentos para cumprirem seu papel. O Conselho de Classe, por exemplo, tem a responsabilidade de analisar as ações educacionais, indicando alternativas que busque garantir a efetivação do processo ensino aprendizagem. A finalidade da reunião do Conselho de Classe, após analisar as informações e dados apresentados, é a de intervir em tempo hábil no processo ensino e aprendizagem, oportunizando ao aluno formas diferenciadas de apropriar-se dos conteúdos curriculares estabelecidos, o que não vem acontecendo na prática em muitas escolas. É de responsabilidade de a equipe pedagógica organizar as informações e dados coletados a serem analisados no Conselho de Classe.

O Grêmio Estudantil é o órgão máximo de representação dos estudantes do estabelecimento de ensino, com o objetivo de defender os interesses individuais e coletivos dos alunos, incentivando a cultura literária, artística e desportiva de seus membros. O Grêmio Estudantil é regido por Estatuto próprio, aprovado e homologado em Assembleia Geral, convocada especificamente para esse fim.

A APMF – Associação de Pais, Mestres e Funcionários, é um órgão de representação dos Pais, Mestres e Funcionários do estabelecimento de ensino, sem caráter político partidário, religioso, racial e sem fins lucrativos, não sendo remunerados os seus dirigentes e conselheiros, sendo constituída por prazo indeterminado.

 

2 – PROPOSTA PEDAGÓGICA – Reflexão coletiva sobre a prática docente:

            A importância e necessidade do projeto pedagógico nas escolas

            Nosso contexto pós-moderno cria a necessidade de uma visão geral e total de um saber global a respeito da sociedade, sua teia de relações, instituições e suas funções. Quer dizer, impõe a exigência da superação do linear, do fragmento, do unilateral, do ponto, do melhor, do mais forte. Nestes novos tempos é preciso reconhecer a necessidade da busca, a reconceitualização da escola, de sua função e de seu quê fazer especifico. A construção do novo conceito, na relação como já existente, é possível num ambiente livre da inibição de colocar-se, do falar em igualdade de condições.

            Daí a necessidade e importância da construção da proposta pedagógica da escola pelos educadores que nela atuam. Isso significa resgatar a escola enquanto espaço público, pelo processo da discussão aberta e séria que recupera a capacidade de reflexão por parte dos professores, alunos e pais no interior dos coletivos pluralmente organizados e com identidades próprias.

            Claro fica o espaço público quando se constitui no lugar do embate de idéias, posturas e entendimento na direção do esclarecimento necessário. O espaço se faz público quando habitado por homens esclarecidos, o que resulta de um longo processo de interlocução em reciprocidade de condições, e como consenso de opiniões publicamente confrontadas, ou seja, da publicidade crítico reflexiva.

            A escola, assim definida, institui o princípio e a prática de que todos os integrantes do processo educativo têm a capacidade de ouvir e serem ouvidos e a disposição de participar da livre discussão, na busca de elaboração das propostas pela explicitação conjunta de todas as concepções.

Enfim, os pressupostos e instrumentais teórico-metodológicos de como construir o projeto político-pedagógico da escola geram-se no coletivo escolar pelo processo de discussão, que cada escola implementa no seu ritmo e tempo próprios e na dimensão das vontades dos coletivos nela atuantes. Construir um projeto pedagógico da escola é mantê-la em constante estado de reflexão e elaboração, numa esclarecida recorrência às questões relevantes  do interesse comum e historicamente requeridas.

 

3 – FORMAÇÃO CONTINUADA – Identificação das necessidades /prioridades da escola:

            A participação exige aprendizado. Principalmente quando se trata de uma população, o que é o nosso caso, que, historicamente, não tem participado efetivamente do processo decisórios de seu país. Tanto a comunidade externa quanto a comunidade interna da escola apresentam limites à participação. Para o efetivo exercício da gestão democrática da escola é necessário capacitar todos os seus segmentos, principalmente pais e alunos, respondendo às exigências dessa prática. As Secretarias de Educação devem, portanto, comprometer-se com esta capacitação.

 

4 – QUALIFICAÇÕES DOS EQUIPAMENTOS E ESPAÇOS – Redimensionamento da concepção pedagógica administrativa da gestão dos equipamentos e espaços escolares:

            A Escola Estadual “Monteiro Lobato” está instalada num prédio de boa construção com desgastes naturais provocados pelo tempo e acaba de passar por uma reforma na pintura e em algumas calçadas. Conta com educação infantil e  ensino fundamental de 1ª a 4ª série, de responsabilidade do Município, e de 5ª a 8ª série de responsabilidade do Estado. Conta com 05 salas para o ensino fundamental de 1ª a 8ª série e 01 sala para educação infantil, 01 sala para secretaria, 01 sala para direção, laboratório de informática, biblioteca, equipe pedagógica, e para os recursos áudio visuais, 01 cozinha com espaço para lanche dos professores, onde também são armazenados os alimentos para a merenda, 03 banheiros, dois para alunos necessitando de reformas e 01 para a administração em bom estado, 01 quadra poliesportiva descoberta com a pintura danificada, pátio descoberto com piso de pedras britas e muros e alambrados em bom estado de conservação. As carteiras de 03 salas necessitam de reformas ou compra de novas, os quadros estão em bom estado de conservação, os ventiladores fazem barulhos excessivos e a iluminação de algumas salas é deficiente. A conservação da escola em geral é boa, mas necessita de uma melhor manutenção. A escola se acha relativamente equipada para dar consecução às suas atividades educacionais: conta com uma antena parabólica, 03 aparelhos de televisão móveis e 03 aparelhos de DVD, 01 retro-projetos, um rádio para CD com caixa de som, 04 aparelhos de televisão multimídia (alaranjados) fornecidos pela SEED instalados em 04 salas de aula, e 20 computadores no laboratório de informática, 01 computador na secretaria e 01 para utilização dos professores com impressora. A cozinha conta com os equipamentos necessários para a consecução de suas atividades. Há ainda equipamentos elétricos e ferramentas para limpeza e manutenção das instalações.

 

5  – ESPECIFICIDADES LOCAIS – Articulação de eventos/projetos locais no âmbito do Projeto Político-Pedagógico:  

            A realização de Feiras de Ciências e de Conhecimentos, Exposições para mostras de trabalhos e atividades esportivas culturais deverão ser incentivadas e proporcionadas aos alunos como complemento do processo educacional como um todo, pois somente com a participação de todos (escola, alunos, pais, comunidade) é que chegaremos ao objetivo almejado.

   

 

 

 

 

 

 

 

 

PLANO DE AÇÃO DE CANTIDATO A DIRETOR DE ESCOLA

 

Secretaria de Estado da Educação

Colégio Estadual Eron Domingues

Município de Marechal Cândido Rondon

Núcleo Regional de Toledo

 

I – ESTABELECIMENTO: COLÉGIO ESTADUAL ERON DOMINGUES

MUNICÍPIO: MARECHAL CÂNDIDO RONDON – PR

NÚCLEO: TOLEDO – PR

CANDIDATO A DIRETOR; SANDRO IONEI AUGSTEN

DIRETORA AUXILIAR; CLARETE ECHER SPOHR

 

II – OBJETIVOS GERAIS:

Desenvolver atividades para o bom funcionamento do Colégio,gerando um trabalho em conjunto, em todos os segmentos, zelando pela melhor consecução possível da tarefa de toda a equipe escolar, promovendo a integração escola-comunidade;

Viabilizar permanente reflexão e discussão critica dos problemas  da sociedade e da educação , para juntos encontrar as possibilidades  de intervenção na realidade;

            Criar condições para que todos os alunos desenvolvam suas capacidades e aprendam os conteúdos necessários para a vida em sociedade;

            Estimular o convívio harmonioso entre alunos , professores, bem como todos os que fazem parte da comunidade escolar ;

            Melhorar a qualidade do ensino, motivando e efetivando a permanência do aluno na Escola, evitando a evasão;      

            Buscar novas soluções, criar situações que exijam o máximo de exploração por parte dos alunos e estimular novas estratégias de compreensão da realidade;

            Dar subsídios aos professores para que possam desenvolver suas praticas pedagógicas.

            Tomar decisões conjuntas sempre que for necessário para o bom andamento escolar

 

III – AÇÕES:

            Capacitação dos docentes através de palestras, dinâmicas de grupo, troca de experiências, além de estimulá-los a estar sempre em busca de novos conhecimentos;

            Mobilização e participação dos pais no cotidiano escolar e no processo educativo;

            Continuação de projetos: Prevenção (DST e uso de drogas), Meio Ambiente, Conservação do Patrimônio, entre outros;

            Incentivar professores, estudantes e comunidade escolar nas atividades do Colégio

            Trabalhar juntos na disciplina individual e coletiva, orientando os alunos sobre as normas disciplinares para manter a ordem e evitar tumultos no ambiente escolar

            Conscientizar os docentes da importância do trabalho em equipe para obtenção de um funcionamento integral da Escola, estimulando uma relação de igualdade, respeito e consideração mútuos;

            Manter parcerias com a presença de profissionais para proferir palestras aos alunos para que os mesmos possam, através de informações atuais, sentir-se estimulados a freqüentar as aulas,

            Através de reuniões, manter contato direto e transparente com a comunidade, construindo um relacionamento harmonioso de forma  que os pais percebam a importância de sua participação para a concretização de uma Escola de qualidade;

            Proporcionar aos estudantes  espaço como a expociência para que possam aprofundar os estudos através de pesquisa , produção, confecção e apresentação de trabalhos ;   

            Contribuir na formação pessoal do aluno orientando-o para respeitar  o meio ambiente em que estão inseridos;

            Promover em parceria com grêmio Estudantil e outras instituições, um espaço escolar para o estudante expressar seu talento através da musica, dança, poesia,  encenação.

            Conscientizar os docentes do valor da avaliação como parâmetro diário para um replanejar constante e não como medida de valor inexorável;

            Incentivar a utilização da biblioteca, estimulando a leitura, e do uso do laboratório de informática; laboratório de química, física e biologia

 

            Administrar, com a participação de professores, pais, funcionários e direção, as verbas recebidas, de forma a atingir o objetivo maior que é a construção de uma escola pública de qualidade.      

      

            IV – RESPONSÁVEL

 

            As ações propostas no presente plano de ação terão a participação de todos os segmentos da comunidade escolar , em reuniões a serem definidas em cada inicio de ano letivo, para juntos elaborarmos o plano anual de ação, onde todos estão  comprometidos com a qualidade do ensino que desejamos implantar.

 

V - CRONOGRAMA

            Algumas das ações propostas terão aplicações imediatas, tais como: buscar soluções para problemas do cotidiano escolar; diminuição dos níveis de evasão escolar; envolvimento e interação da comunidade, com vistas a uma participação ativa; adequação da elevação da qualidade de ensino; o envolvimento dos docentes com as normas regimentais e disciplinares.

            Outras ações terão sua aplicação mediata, tais como: saber respeitar o “próximo”, em seus bens materiais e morais; saber usufruir dos bens da natureza, minimizando os danos à mesma; formar o aluno e não apenas informar; dominar os conteúdos básicos programáticos; internalizar seu papel como cidadão do mundo; conscientizar sobre a importância da sua contribuição para o bem estar da comunidade; valores morais definidos e introjetados; conscientização sobre a importância do estudo para o crescimento interior e auto realização´.

 

            VI – AVALIAÇÃO DO PLANO DE AÇÃO

            Cada evento realizado, será reunido toda a equipe escolar para fazer uma avaliação do mesmo e replanejar, planejar aquilo que temos condições de realizar, de desenvolver e  avaliar enquanto pratica social e coletiva;

            Envolver os Conselhos Escolares, APMF, Grêmio Estudantil, para que sejam atuantes nas ações juntamente com a direção; pois  esta gestão quer  ser uma gestão democrática, não somente na execução, mas também no levantamento de idéias  e soluções.

            A  direção encontrará meios para implementar no seu coletivo formas de encontrar melhorias  significativas na organização  e  nas ações planejadas e desenvolvidas.